Roubos, furtos e desorganização marcam show de Alok em Marabá, denuncia influenciadora digital


O que era para ser uma noite de celebração e entretenimento acabou virando dor de cabeça para muita gente em Marabá. O show do DJ Alok, que custou cerca de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos, foi marcado por uma série de problemas, incluindo relatos de roubos, furtos, superlotação, pessoas passando mal e falhas na organização.



As denúncias ganharam repercussão após a influenciadora digital Bhya Silva compartilhar, em seus stories, a experiência negativa durante o evento. Ela relatou ter presenciado diversos episódios de desordem e classificou a participação no show como uma “dor de cabeça”, destacando a falta de estrutura para comportar o público presente.



Outro ponto que gerou críticas foi a qualidade do som. Segundo relatos de participantes, quem estava da metade do espaço para trás enfrentou dificuldades para acompanhar a apresentação, devido ao áudio considerado abaixo do esperado. Já o tradicional espetáculo de drones, marca registrada dos shows do artista, ocorreu apenas nos minutos finais e com duração reduzida, frustrando parte do público.


O jornalista Vinícius Biancardi, que também atua como conselheiro municipal de Saúde e da Criança e do Adolescente, afirmou que já havia alertas prévios sobre possíveis problemas. Segundo ele, em reunião técnica com a Secretaria de Cultura (Secult) e outros órgãos municipais, foi discutida a preocupação com o volume de público esperado para o evento.



A situação reacende o debate sobre a realização de grandes eventos públicos na cidade, especialmente no que diz respeito à estrutura oferecida. Entre as principais críticas estão a necessidade de reforço no efetivo de segurança, presença de brigadistas, equipes de primeiros socorros e suporte médico adequado para garantir a segurança dos participantes.


Diante dos relatos e da repercussão nas redes sociais, cresce a cobrança para que os responsáveis pela organização adotem medidas mais rigorosas de planejamento, evitando que episódios como os registrados voltem a acontecer em eventos de grande porte em Marabá.

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